Fico muito feliz em poder não apenas consumir mas também participar desse tipo de reportagem aqui no Substack. Estou acostumada a consumir — e escrever — mais crônicas e poesias, então ver um espaço sendo ocupado por um jornalismo tão cuidadoso, sensível e ao mesmo tempo objetivo tem realmente me cativado!
Talvez existam outras coberturas por aqui, mas essa me atravessou de um jeito diferente justamente por olhar para a Zona Norte do Rio. Acho que todo suburbano entende esse sentimento. Existe algo muito íntimo em ver a nossa realidade sendo observada com seriedade, sem caricatura e sem distância.
O carioca ama falar do ErreJota — e eu também amo muita coisa daqui —, mas a verdade é que a rotina de quem trabalha e vive a cidade é muito atravessada por dificuldades. Violência, insegurança, inflação, corrupção, problemas urbanos… e o transporte pesa demais nessa conta, principalmente para quem vive no subúrbio.
Por isso gostei tanto da reportagem. Ela informa, mas também provoca reflexão. E acho isso ainda mais importante em um ano de eleição.
Fico feliz que esse tipo de reportagem esteja te cativando. Acredito que a reportagem, em sua melhor expressão, tangencie a poesia e a crônica em vários pontos, especialmente quando se apresenta com uma linguagem mais elaborada, com uma forma narrativa ou com uma observação atenta do cotidiano. Gosto de enxergar o jornalismo assim, como uma forma de literatura.
Gosto, também, de quando o jornalismo satisfaz seus preceitos clássicos, como a apuração rigorosa e a fidelidade aos fatos. Quando as duas coisas se combinam (jornalismo e literatura, verdade e beleza), o resultado é poderoso. É uma grande alegria fazer cobertura da Zona Norte, essa região para a qual me mudei recentemente e, num piscar de olhos, num bater de coração, aprendi a amar. Quero praticar sempre esse olhar que você descreveu: com seriedade, sem caricatura e sem distância. Quem sabe, contribuir um pouco para a resolução ou pelo menos a compreensão dessas dificuldades.
Por fim, obrigado pelo comentário tão belo, atencioso e gentil. Sua participação é fundamental — não só nessa reportagem, não só nesse projeto, mas na minha vida.
Que ótima primeira reportagem!
Muito obrigado! Fico feliz que tenha gostado.
Fico muito feliz em poder não apenas consumir mas também participar desse tipo de reportagem aqui no Substack. Estou acostumada a consumir — e escrever — mais crônicas e poesias, então ver um espaço sendo ocupado por um jornalismo tão cuidadoso, sensível e ao mesmo tempo objetivo tem realmente me cativado!
Talvez existam outras coberturas por aqui, mas essa me atravessou de um jeito diferente justamente por olhar para a Zona Norte do Rio. Acho que todo suburbano entende esse sentimento. Existe algo muito íntimo em ver a nossa realidade sendo observada com seriedade, sem caricatura e sem distância.
O carioca ama falar do ErreJota — e eu também amo muita coisa daqui —, mas a verdade é que a rotina de quem trabalha e vive a cidade é muito atravessada por dificuldades. Violência, insegurança, inflação, corrupção, problemas urbanos… e o transporte pesa demais nessa conta, principalmente para quem vive no subúrbio.
Por isso gostei tanto da reportagem. Ela informa, mas também provoca reflexão. E acho isso ainda mais importante em um ano de eleição.
Fico feliz que esse tipo de reportagem esteja te cativando. Acredito que a reportagem, em sua melhor expressão, tangencie a poesia e a crônica em vários pontos, especialmente quando se apresenta com uma linguagem mais elaborada, com uma forma narrativa ou com uma observação atenta do cotidiano. Gosto de enxergar o jornalismo assim, como uma forma de literatura.
Gosto, também, de quando o jornalismo satisfaz seus preceitos clássicos, como a apuração rigorosa e a fidelidade aos fatos. Quando as duas coisas se combinam (jornalismo e literatura, verdade e beleza), o resultado é poderoso. É uma grande alegria fazer cobertura da Zona Norte, essa região para a qual me mudei recentemente e, num piscar de olhos, num bater de coração, aprendi a amar. Quero praticar sempre esse olhar que você descreveu: com seriedade, sem caricatura e sem distância. Quem sabe, contribuir um pouco para a resolução ou pelo menos a compreensão dessas dificuldades.
Por fim, obrigado pelo comentário tão belo, atencioso e gentil. Sua participação é fundamental — não só nessa reportagem, não só nesse projeto, mas na minha vida.
Ai, meu amor... Como você me cativa! Como eu te amo! As batidas do meu coração são melodias endereçadas ao seu.
O meu as recebe todas e dança no mesmo compasso. Você muito me cativa, meu amor. Eu te amo muito.